sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Bom golpe de foice!






foto:revistaforum.com
Algo chama a atenção dessa pessoa que vos escreve. Creio que seja pela a identificação e por algo novo e cambiante que está para acontecer. Em outubro podemos estar diante de um acontecimento que mudará os rumos da Europa e, porque não dizer, do mundo ocidental.

Catalunha independente. No primeiro dia do próximo mês a região vai interpor um referendo acerca da viabilidade do direito de se declarar independente da Espanha. Região essa a qual tem Barcelona como cidade-chefe pela causa e, para ser mais claro, o centro econômico da Espanha.

O governo espanhol luta para inviabilizar a luta dos catalães e os habitantes da região procuram se manifestar a favor e, contra os ditames do governo decidiram ir para as ruas em prol da independência.

Diante de tudo isso que mencionei. Uma pergunta pertinente. E o temos a ver com isso?

E a resposta vem na mesma questão. Se formos analisar o direito de uma sociedade de se autogovernar independentemente numa perspectiva de soberania e autonomia histórico-social eu acredito que possam e deveriam. Mas vejo que tal direito tem que ser pelas razões certas e não por oportunismo. Creio que se qualquer cidadão chegar em Barcelona e fizer uma pergunta acerca da nacionalidade de determinado habitante que reside naquela cidade, ele certamente, vai afirmar que é catalão e não Espanhol.

A Catalunha tem esse direito de, ao menos, decidir entre seus conterrâneos se é viável essa separação.
Agora só para cutucar uma onça adormecida: Queria eu ver um célere personagem que tivesse a audácia de se pleitear essa questão com o nordeste. É de se pensar. Será que temos potencial, direito, autoafirmação como povo, como soberania. Seria curioso e instigante ver a região nordeste independente do Brasil. Mas enquanto isso... Bom golpe de foice!

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Agora é o Tupi para o leão Subir.

foto: diariodonordeste.com


O pior não veio para, quem sabe, não vir nunca.

Ufa, Eia e Sus! Sempre quis em algum momento da minha passagem como sonhador utilizar dessas interjeições que achava interessante ler e escrever na época de aluno do primário.

E o momento exige. Para falar de esporte, de futebol, de Fortaleza Esporte Clube, de Série C... de mata-mata. O torcedor foi para ficar trancado até na alma. O semblante preocupado daquele de que o pior poderia acontecer para o tricolor, por graça não veio em decorrência da vitória tricolor no último sábado no jogo da fase classificatória de número 18, o derradeiro.

A vitória deu alívio, não empolgou mas deu esperança. O time melhorou. Mais objetivo, organizado, finalizador e como revés deficitário na defesa. Rodrigo Mancha que o diga.

E a agora? Outro campeonato? Negativo meu amigo. O certame é o mesmo e a responsabilidade é dobrada. Com os pés no chão, e com o sangue no olho, o Fortaleza enfrentará o Tupi de Minas Gerais pelo mata-mata da Terceirona.

É outra realidade em que o Tricolor se encontra. Irá fazer o primeiro jogo em seus domínios para decidir fora. A esperança do torcedor é que essa realidade seja uma mudança no histórico das eliminações do Fortaleza. Ser eficiente no castelão e inteligente em Juiz de Fora tem que ser os paradigmas de ordem.


Ansiedade já permeia nas veias dos tricolores. O apoio não irá faltar. E que o Tupi de Juiz de Fora, deixe o juízo bem longe do agrado tricolor.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Quem porfia mata caça

Para reflexão. O título refere-se a um termo habitual da obra que se denomina O homem Duplicado de José Saramago um dos maiores nomes da literatura mundial do século XX e o único autor de origem portuguesa a ganhar o prêmio nobel de literatura.

A obra é instigante e independentemente do que acontece no enredo, interpreto a frase que tem muito a ver que rotina que nós levamos.

A vida segue suas pegadas e cabe aos apetecidos da felicidade pisar em cima delas. E o autor me chama para inserir na sua narrativa de uma maneira intensa. Saramago constrói a trajetória de Tertuliano Máximo Afonso, nome do personagem principal, numa perspectiva de transmitir uma moral com início, no meio e fim. Não é apenas escrever para contar um final seja ele feliz ou surpreendente, mas com mensagem da qual prende o leitor.

Me atrevo a afirmar que as obras de José Saramago podem se um testemunho de um episódio vital de qualquer ser humano Além da sua questão de atribuir seu intuito literário aos injustiçados. E é isso que faz com os livros do referido autor sejam instigantes.

Matamos a caça diariamente, por porfia. No dicionário culto porfiar é persistir, ter perseverança. Para ser mais exato, desafiar a si mesmo. E a caça é algo que lhe impede de ir, vir, conquistar. Não existe a máxima, de que se correr o bicho pega e ficar o bicho come, então o jeito é porfiar.


Temos metas e o leão corre atrás de sua presa. Temos desejos e o poeta nos dizeres de seu melhor poema. Temos sonhos e a criança na infinitude do saborear do sorvete. E o nosso porfiar é quem conduz essa gana, de se permitir a alcançar o impossível.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Segura o baixinho que eu quero ver!



     

foto:arquivo/blogs.oglobo.com


   O maior atacante que eu vi e, certamente, a minha geração viu jogar.  Para muitos, garapeiro e para outro matador. Com ele não tinha tempo ruim. É uma questão se posicionar, dominar na pequena área e o gol estava garantido. Romário foi um dos poucos jogadores dos quais eu tinha o prazer de assistir em campo.
    
  Marrento e faz questão de ser. Ainda mais agora, quando se aventura na política. Posicionando-se firme contra a bandidagem que assola o futebol Brasileiro. O interessante disso, é que ele coloca a cara para bater, gesto do qual alguns parlamentares se escusam por medo de se lambuzarem de lama.
  
  Romário Faria, senador está fazendo muitos gols mesmo depois de encerrado a carreira, e olha que já passou dos mil! E quem dera se a vontade política intrínseca ao baixinho fosse copiada pelos seus companheiros de congresso.
  
  Quando faz presença no plenário do congresso nacional, o agora Senador Romário Faria (Podemos-RJ) assevera sua concepção categórica contra a corja que ainda teima em comandar o futebol Brasileiro.
   
  Vale dizer que figuras como José Maria Marin e Marco Polo del Nero e sem esquecer do mestre dos metralhas, Ricardo Teixeira, são taxadas como corruptos e, para o baixinho, o lugar deles é na cadeia.

  Como se não bastasse o medo de temer, os mandões da CBF tentaram impedir a publicação do recente livro já publicado com o nome "Um Olho na Bola, Outro no Cartola" de autoria do Senador que atribui a obra uma exposição clara sobre a corrupção e a má gestão que o futebol Brasileiro está exposto, e diga-se: Há anos!
   
 
Seu desejo de ser presidente da CBF não é nenhum absurdo. Mesmo porque atitude e posição firme, atributos tão características na sua época de jogador, não se perdeu após do termino de sua carreira. Contra os tranqueiras que corrompem o nosso futebol, Romário brada e expõe e um dito só: Cadeia neles!
 

domingo, 3 de setembro de 2017

Tricolores, se preparem pro pior!


Horroroso, catastrófico e assustador. São esses os principais atributos que coloco na derrota do Fortaleza perante o Confiança.

Um clube que sempre é apontado como favoritíssimo a se classificar sem sustos na fase classificatória na série C, vive hoje, restando um jogo para o término uma situação que beira o apogeu dramático.

O time só precisa de um empate em dois jogos, entretanto está se esforçando pra não atingir esse feito.

O estado do Tricolor de aço é de uma aflição, até mais do que um banguela mastigando Gilletes.

Piadas à parte, vemos um time não transmite confiança ao seu torcedor. Medíocre, Medíocre e Medíocre. Termo que venho intitulando há muito sobre o desempenho do tricolor.

O drama vai ter seu ápice no sábado diante do Moto Clube no Castelão. Será uma semana pra reza, promessa e muita vela por parte da nação tricolor.


Esperemos e torcemos que não aconteça o pior.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Debate bom e pedido de um torcedor apaixonado: Libera a Cerveja!



    Como diria um amigo meu frequentador do café da Dona Inês quando se enfeza das minhas asneiras: “Rafael, isso é uma falta de absurdo! ” Afirmo a frase de meu estimado e aturante colega devido a excrescência de não falar no tempo adequado sobre um tema de amplo debate no segmento esportivo alencarino: A regulamentação do comércio de bebidas alcóolicas em praças esportivas do estado do Ceará.

    
foto: arquivo/portal2014.org.br
      Sou de uma geração a qual frequentava o castelão na época em que a arquibancada era na base do concreto. Lembro da minha primeira vez no Gigante da Boa Vista. O ano era 1992 e o Fortaleza vencera o Ceará por 2x0, gols do artilheiro Serrinha. Quando era gol, a torcida comemorava e meu pai uma cerveja ele saboreava.
  
    Vai compactuar comigo quem viveu aquela época e sentir nostalgia daqueles tempos. Havia o comercio de bebidas alcoólicas e não tinha a estripolia que tem hoje. Havia o respeito. Sem rodeios e com meia delonga afirmo que defendo a comercialização. Vejo o comportamento do torcedor seja ele de qual condição social, o DIREITO de usufruir de bebidas alcoólicas em espaço de lazer.

     Procura-se defender a proibição por base cientifica. Os defensores afirmam que com o consumo de álcool, a incidência de haver violência nos estádios só aumenta. Isso é justificativa para remediar a incompetência e o despreparo dos órgãos responsáveis. Durante a copa do mundo em 2014, foi liberado por imposição da Fifa (diga-se interesses comerciais) e não teve registro de violência nas dependências do castelão. Nas principais ligas de futebol do mundo como Alemanha e Inglaterra é visível notar torcedores ingerindo cerveja dentro do estádio durante as partidas. A diferença que lá a regulamentação e punibilidade é levada a sério, existe lei punitivas para os baderneiros. E, principalmente não há favorecimento e, muito menos, toma lá dá cá.

    Levemos essa questão o debate tem que se atingir a níveis efetivos e, principalmente contando com a participação do torcedor, principal interessado.

   Se existir uma lei que se preste e se respeite não tem conversa. Bêbado botando boneco em estádio é colocar para fora se não quiser ir para o xilindró.