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| foto: diariodonordeste.com |
O pior não veio para, quem sabe, não vir nunca.
Ufa, Eia e Sus! Sempre quis em algum momento da minha
passagem como sonhador utilizar dessas interjeições que achava interessante ler
e escrever na época de aluno do primário.
E o momento exige. Para falar de
esporte, de futebol, de Fortaleza Esporte Clube, de Série C... de mata-mata. O torcedor
foi para ficar trancado até na alma. O semblante preocupado daquele de que o
pior poderia acontecer para o tricolor, por graça não veio em decorrência da vitória
tricolor no último sábado no jogo da fase classificatória de número 18, o
derradeiro.
A vitória deu alívio, não empolgou
mas deu esperança. O time melhorou. Mais objetivo, organizado, finalizador e
como revés deficitário na defesa. Rodrigo Mancha que o diga.
E a agora? Outro campeonato? Negativo
meu amigo. O certame é o mesmo e a responsabilidade é dobrada. Com os pés no
chão, e com o sangue no olho, o Fortaleza enfrentará o Tupi de Minas Gerais
pelo mata-mata da Terceirona.
É outra realidade em que o
Tricolor se encontra. Irá fazer o primeiro jogo em seus domínios para decidir
fora. A esperança do torcedor é que essa realidade seja uma mudança no
histórico das eliminações do Fortaleza. Ser eficiente no castelão e inteligente
em Juiz de Fora tem que ser os paradigmas de ordem.
Ansiedade já permeia nas veias
dos tricolores. O apoio não irá faltar. E que o Tupi de Juiz de Fora, deixe o
juízo bem longe do agrado tricolor.

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