sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Debate bom e pedido de um torcedor apaixonado: Libera a Cerveja!



    Como diria um amigo meu frequentador do café da Dona Inês quando se enfeza das minhas asneiras: “Rafael, isso é uma falta de absurdo! ” Afirmo a frase de meu estimado e aturante colega devido a excrescência de não falar no tempo adequado sobre um tema de amplo debate no segmento esportivo alencarino: A regulamentação do comércio de bebidas alcóolicas em praças esportivas do estado do Ceará.

    
foto: arquivo/portal2014.org.br
      Sou de uma geração a qual frequentava o castelão na época em que a arquibancada era na base do concreto. Lembro da minha primeira vez no Gigante da Boa Vista. O ano era 1992 e o Fortaleza vencera o Ceará por 2x0, gols do artilheiro Serrinha. Quando era gol, a torcida comemorava e meu pai uma cerveja ele saboreava.
  
    Vai compactuar comigo quem viveu aquela época e sentir nostalgia daqueles tempos. Havia o comercio de bebidas alcoólicas e não tinha a estripolia que tem hoje. Havia o respeito. Sem rodeios e com meia delonga afirmo que defendo a comercialização. Vejo o comportamento do torcedor seja ele de qual condição social, o DIREITO de usufruir de bebidas alcoólicas em espaço de lazer.

     Procura-se defender a proibição por base cientifica. Os defensores afirmam que com o consumo de álcool, a incidência de haver violência nos estádios só aumenta. Isso é justificativa para remediar a incompetência e o despreparo dos órgãos responsáveis. Durante a copa do mundo em 2014, foi liberado por imposição da Fifa (diga-se interesses comerciais) e não teve registro de violência nas dependências do castelão. Nas principais ligas de futebol do mundo como Alemanha e Inglaterra é visível notar torcedores ingerindo cerveja dentro do estádio durante as partidas. A diferença que lá a regulamentação e punibilidade é levada a sério, existe lei punitivas para os baderneiros. E, principalmente não há favorecimento e, muito menos, toma lá dá cá.

    Levemos essa questão o debate tem que se atingir a níveis efetivos e, principalmente contando com a participação do torcedor, principal interessado.

   Se existir uma lei que se preste e se respeite não tem conversa. Bêbado botando boneco em estádio é colocar para fora se não quiser ir para o xilindró.

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