Como diria um amigo meu frequentador
do café da Dona Inês quando se enfeza das minhas asneiras: “Rafael, isso é uma
falta de absurdo! ” Afirmo a frase de meu estimado e aturante colega devido a excrescência
de não falar no tempo adequado sobre um tema de amplo debate no segmento
esportivo alencarino: A regulamentação do comércio de bebidas alcóolicas em
praças esportivas do estado do Ceará.
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| foto: arquivo/portal2014.org.br |
Vai compactuar comigo quem viveu aquela época
e sentir nostalgia daqueles tempos. Havia o comercio de bebidas alcoólicas e
não tinha a estripolia que tem hoje. Havia o respeito. Sem rodeios e com meia
delonga afirmo que defendo a comercialização. Vejo o comportamento do torcedor
seja ele de qual condição social, o DIREITO de usufruir de bebidas alcoólicas
em espaço de lazer.
Procura-se defender a proibição
por base cientifica. Os defensores afirmam que com o consumo de álcool, a incidência
de haver violência nos estádios só aumenta. Isso é justificativa para remediar
a incompetência e o despreparo dos órgãos responsáveis. Durante a copa do mundo
em 2014, foi liberado por imposição da Fifa (diga-se interesses comerciais) e
não teve registro de violência nas dependências do castelão. Nas principais
ligas de futebol do mundo como Alemanha e Inglaterra é visível notar torcedores
ingerindo cerveja dentro do estádio durante as partidas. A diferença que lá a
regulamentação e punibilidade é levada a sério, existe lei punitivas para os baderneiros.
E, principalmente não há favorecimento e, muito menos, toma lá dá cá.
Levemos essa questão o debate tem
que se atingir a níveis efetivos e, principalmente contando com a participação
do torcedor, principal interessado.
Se existir uma lei que se preste
e se respeite não tem conversa. Bêbado botando boneco em estádio é colocar para
fora se não quiser ir para o xilindró.

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