quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Duvidas do novo campeão? Só que não!





foto:(arquivo/netcorinthians.com)

     Pela vigésima primeira rodada da Série A o Corinthians venceu a imortal Chapecoense por 1x0 em Chapecó. Em razão da rapidez da divulgação das notícias pode até soar como algo de outrora, entretanto, algo que está nas vias da esperança é a possibilidade do alvinegro do parque são Jorge sucumbir, “despencar”. Pelo menos é o que deseja o Grêmio liderado pelo seu ídolo maior, Renato Portaluppi.
    
    Seria bom para o campeonato que isso acontecesse. Mas o que nós podemos afirmar pelas circunstancias presentes é que o sétimo título do campeão do mundo em 2012 é uma questão de próximas rodadas.

  São duas situações: a primeira que o Corinthians se pauta pela eficiência. Comprometimento tático, organizado e padrão, fator primordial para se conquistar um campeonato tão difícil como o Brasileiro e a segunda e não menos importante é que os atores do despencamento (Grêmio e Santos) não conseguem sequer encostar.

   Estes times dos quais mencionei vão “brigar” pelo título até pagina que leve estes a prioridade da conquista da Libertadores. Virou a página, leia-se o brasileiro na próxima temporada.

   Nem menciono como argumento, embora possível, da perspicácia do técnico corintiano Fábio Carrile, calando-nos em decorrência do respeito o qual tem perante os jogadores, e de sua destreza competência.

   Existe a possibilidade da volta olímpica acontecer no confronto direto contra o Grêmio, partida que será realizada na 29º rodada do Brasileirão, até lá a esperança do despencamento só aumentar.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Os games no quadro geral de medalhas.


foto: (arquivo/tudocelular.com)

Esporte e tecnologia mais juntos do nunca, agora podendo ir pro lugar mais alto do pódio. Pelo é uma das propostas de se levar os jogos eletrônicos ao nas olimpíadas em 2024 a qual, será sediada em Los Angeles.

A suposta modalidade, já estará presente nos jogos asiáticos que será realizada em Hangzhou, na China, em 2022, aumentando a expectiva dos amantes dos games e sua importância no meio do entretenimento esportivo.

Esse fato me faz recordar da minha última infância- nos anos 90 - quando ficava o dia inteiro na locadoras de videogame do Max na esquina da minha casa, viciando-me em jogos do Super Nintendo na expectativa de começar a jogar até fazer o dedo inchar.

É evidente que hoje, a história é outra.

Leva-se a sério. Investimentos são feitos, pessoas obtém renda nos e-sports (Investindo e/ou jogando, por que não?), além de um mercado voltado pra eles. O principal Campeonato desse segmento, o League of legends envolve uma repercussão categórica no mundo do entretenimento.

Não sei o que levaria os chamados e-sports (jogos eletrônicos) a serem considerados com esporte olímpico, não há relação pertinente com esta. Além disso, não sei o porquê dessa proposta ideia dos “Games” serem inseridos nas olímpiadas. Talvez seja em busca de atrair os olhares do público jovem, e consequentemente o investimento financeiro vir incluso.

Um defensor pode arguir que seja uma atividade que se trabalhe com o mental ou com o companheirismo, tão característico nas olimpíadas.

Quem é contra, estabelece que os jogos eletrônicos não tem nada de esporte, se formos nos ater a conceituação esporte. Conforme a definição, esporte “é toda a forma de praticar atividade física que, através de participação ocasional ou organizada, visa equilibrar a saúde ou melhorar a aptidão física e/ou mental e proporcionar entretenimento aos participantes” (Fonte: Wikipédia).

O fato é que o mercado de games no mundo gera milhões, atrai cada vez mais, adeptos em todo mundo.
Não me surpreenderei se em 2024 os heróis olímpicos passaram a ter novos integrantes: Os Gamers.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

E o Cortella, me veio com essa!



foto: Arquivo/bahiasocial.com
De manhã, eu estava à caminho de minhas atividades quando escutava a programação da rádio CBN quando o filósofo Mário Sérgio Cortella na sua participação diária no noticiário do jornalista Milton Jung, relata uma frase de reflexão.

 Pode até soar como algo banal, irrelevante diante das circunstâncias do cotidiano, porém acho que é pertinente compartilhar. Em sua explanação, Cortella diz aos ouvintes da CBN: “Em tempo atuais, fico com a máxima do escritor Inglês Charles Colton, a má informação é mais desesperadora que a não-informação”.

Não é ilógico. São muitas as oportunidades em que a sociedade pode se informar. Em jornais, revistas, na TV, no Rádio, na internet e mais recentemente nas rede sociais. Entretanto, me apego a um questão que seria cabal para a credibilidade. A seleção de informação de que o “comunicado” exerce se dá pela confiança de quem tem a capacidade de informar.

A confiança é um paradigma na concretização da informação. E aquela não fica restrita apenas a informação, mas a qualquer situação social.

Apurar, produzir, informar, acompanhar e, se possível, opinar. São essas as atribuições de um profissional em jornalismo. Sendo que a opinião é, atualmente a mais utilizada. A opinião dá liberdade ao comunicador, porém não havendo responsabilidade em cima dela, torna-se algo incredível.

Eu como aspirante tenho que confiar e ser confiado na informação para qual está, ser bem executada, portanto: escreveu e não informou, a comunicação desandou!