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| foto: Arquivo/bahiasocial.com |
De manhã, eu estava à
caminho de minhas atividades quando escutava a programação da rádio CBN quando
o filósofo Mário Sérgio Cortella na sua participação diária no noticiário do
jornalista Milton Jung, relata uma frase de reflexão.
Pode
até soar como algo banal, irrelevante diante das circunstâncias do cotidiano,
porém acho que é pertinente compartilhar. Em sua explanação, Cortella diz aos
ouvintes da CBN: “Em tempo atuais, fico com a máxima do escritor Inglês Charles
Colton, a má informação é mais desesperadora que a não-informação”.
Não
é ilógico. São muitas as oportunidades em que a sociedade pode se informar. Em jornais,
revistas, na TV, no Rádio, na internet e mais recentemente nas rede sociais. Entretanto,
me apego a um questão que seria cabal para a credibilidade. A seleção de informação
de que o “comunicado” exerce se dá pela confiança de quem tem a capacidade de
informar.
A
confiança é um paradigma na concretização da informação. E aquela não fica
restrita apenas a informação, mas a qualquer situação social.
Apurar,
produzir, informar, acompanhar e, se possível, opinar. São essas as atribuições
de um profissional em jornalismo. Sendo que a opinião é, atualmente a mais
utilizada. A opinião dá liberdade ao comunicador, porém não havendo
responsabilidade em cima dela, torna-se algo incredível.
Eu
como aspirante tenho que confiar e ser confiado na informação para qual está, ser
bem executada, portanto: escreveu e não informou, a comunicação desandou!

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