segunda-feira, 21 de agosto de 2017

E o Cortella, me veio com essa!



foto: Arquivo/bahiasocial.com
De manhã, eu estava à caminho de minhas atividades quando escutava a programação da rádio CBN quando o filósofo Mário Sérgio Cortella na sua participação diária no noticiário do jornalista Milton Jung, relata uma frase de reflexão.

 Pode até soar como algo banal, irrelevante diante das circunstâncias do cotidiano, porém acho que é pertinente compartilhar. Em sua explanação, Cortella diz aos ouvintes da CBN: “Em tempo atuais, fico com a máxima do escritor Inglês Charles Colton, a má informação é mais desesperadora que a não-informação”.

Não é ilógico. São muitas as oportunidades em que a sociedade pode se informar. Em jornais, revistas, na TV, no Rádio, na internet e mais recentemente nas rede sociais. Entretanto, me apego a um questão que seria cabal para a credibilidade. A seleção de informação de que o “comunicado” exerce se dá pela confiança de quem tem a capacidade de informar.

A confiança é um paradigma na concretização da informação. E aquela não fica restrita apenas a informação, mas a qualquer situação social.

Apurar, produzir, informar, acompanhar e, se possível, opinar. São essas as atribuições de um profissional em jornalismo. Sendo que a opinião é, atualmente a mais utilizada. A opinião dá liberdade ao comunicador, porém não havendo responsabilidade em cima dela, torna-se algo incredível.

Eu como aspirante tenho que confiar e ser confiado na informação para qual está, ser bem executada, portanto: escreveu e não informou, a comunicação desandou!

Nenhum comentário:

Postar um comentário