sexta-feira, 9 de maio de 2014

Santo Mounier


Vista frontal da Catedral metropolitana de Fortaleza. Seu processo de construção demorou 40 anos para ser concluída, sendo inaugurada em 22 de dezembro de 1978.


      

              Pequei senhor! Lutando contra os obstáculos da, não tive a coragem de encará-la. O resultado é a decepção, é o arrependimento, grata frustração.
              
        É noite de sexta-feira, dia em que poderia me divertir, sonhar com vida com boca escancarada cheia de dentes não esperando a morte chegar, porém de repente, ela chega, me consome, e me faz interior aos outros.
             
           Na manhã seguinte, sinto-me com uma ressaca moral que não tem dia e não tem hora pra acabar e, numa tentativa de me aliviar, vou até a obra do santo Mounier. Não existe nada mais confortador em minha cidade, incluindo as águas dos verdes mares, e só pelo fato de eu avistá-la de longe com seus vitrais, seu estilo gótico-romano, e sua estrutura que lembra um dos monumentos mais visitados por toda Europa: A catedral de notre-dame, situada em Paris.
            
          Por que existe essa paz a qual ela transmite? Não sei se deus vai me perdoar, não negarei que muitas vezes deixei de concentrar-me em orações impressionado com aquela estética gótica, que me faz crer que o criador irá me conceder o perdão.
            
         Fico aliviado, crio coragem para encarar a vida, sem pestanejar, volto pra casa, e começo me endireitar. O medo desapareceu, o sonho renasceu ...Minha história rejuvenesceu.
            
           Não sei se foi por coincidência, mas foi um Francês chamado George Mounier, que projetou a catedral, tornando-se um cartão postal de Fortaleza e um dos locais mais visitados por fiéis de todas as religiões.
           
             No momento em que encontro na chegada e na partida da catedral. Um pedinte, sem esperança, me pede um trocado, e pela glória que eu dou, não sei se terei, por um motivo de alívio, por você catedral, eu sempre te reverenciarei.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Felipão ‘’ Paizão ‘’ chama Henrique para seleção, deixou o Miranda na mão e confia que os meninos vão suportar a pressão. Isso sim é que é ter confiança!!!

      Já estão escolhidos os vinte três convocados para defenderem o Brasil na copa do mundo a ser realizado no Brasil. Logo após o término do pronunciamento do técnico Luiz Felipe Scolari acerca dos nomes, algo foi digno ter uma atenção.
         A conquista da copa das confederações por parte da seleção brasileira fez com que Felipão tivesse o grupo praticamente fechado, ainda mais com uma vitória cheia de propriedade frente a Espanha, que detém título de atual campeã do mundo e bicampeã europeia. Resultado disso é que grande parte da imprensa esportiva que comentava sobre os convocados se restringia a analisar sobre a convocação de Henrique, zagueiro do Napoli da Itália que, certamente ficará na reserva durante o mundial e provavelmente não terá chance de jogar. Há críticas sobre essa convocação, para muitos, Miranda do Atlético de Madrid, finalista da Uefa Champions League, vive um mulher momento, e teria por justiça, que está entre os vinte três que jogarão pelo Brasil.
        Creio que isso não tinha acontecido com a imprensa esportiva brasileira, uma certeza tão indesejada de quem irá ser convocado para exercer a titularidade, ou seja, todos sabemos quem irá ser titular na estreia do Brasil de 12 de junho contra perigosa seleção da Croácia. As dúvidas ficaram para quem iria ser o terceiro goleiro, o quarto zagueiro... enfim criou-se uma expectativa ilusória, se poderia haver uma surpresa entre os convocados e francamente não houve.
        Não quero mais ficar perguntando se quem merece ser chamado por uma vaga na seleção seria por merecimento ou por confiança do treinador. Para estar atuando por uma seleção que é detentora de cinco títulos mundiais tem que estar no melhor momento, tem que fazer por merecer, tanto tecnicamente como fisicamente, não importando se o que fez no passado foi excepcional.
        Afirmo com extrema certeza de que, todos os técnicos que virão ao Brasil comandar suas respectivas seleções, com exceção de Felipão, preferiam contar com Miranda em detrimento de Henrique, dando margem ao melhor momento ou até mesmo a qualidade técnica. Mas o que importa é a confiança num é mesmo Felipão?
        Mesmo com este fato discordante com o técnico da seleção Brasileira, este convocou quem era pra ser convocado, salvo algumas exceções, mas isso já é uma convicção pessoal. Por hora, o que posso dizer é que estes vinte e três convocados sofrerão uma pressão que nem mesmo aqueles que disputaram a copa de 1950 tiveram. Posso até afirmar que nem Pelé sendo tricampeão em 1958, 1962 e 1970 não teve em suas costas o peso de carregar o dever de ganhar uma copa do mundo aqui no país pentacampeão do mundo.
        Esses jogadores que disputaram a copa das confederações em nosso país há um ano atrás, provaram que nenhuma seleção os fará ter medo com a vitória de 3x0 frente a Espanha. Todavia, uma coisa é um evento preparatório para a disputa de um mundial em que a repercussão é menor e outra, é a Copa do mundo propriamente dita, a responsabilidade de jogar um futebol que possui em seu currículo cinco estrelas na camisa verde e amarela, de fazer jus a uma seleção que representa o país do futebol.
           Neymar e afilhados do Felipão, tomara que vocês saibam o que lhe esperam.


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Tasso, a peça chave para o futuro do PSDB no Ceará tentando resistir se vai ou não vai se candidatar ao senado, e os concorrentes PT, PSB e PROS ficam de olhos abertos.

   Em ano de copa, tudo é motivo para comemoração, até mesmo para reverenciar uma ocasião especial, ainda por se tratar de um evento a ser realizado no Brasil. Contudo, o que não era para deixar de ser, política em ano eleitoral é um assunto a ser parcialmente esquecido e é aí em que os que vivem da política gostam de efetuar as suas devidas funções.
     No Ceará, o que podemos analisar de forma mais destacável, retomando as conversações de amigos e críticos às vésperas de uma copa do mundo no Brasil, é a candidatura de Tasso Jereissati para o senado neste pleito de 2014. Para quem teve o ensejo de governar o estado por três oportunidades (primeiro mandato de 1987 a 1991, segundo e terceiro mandato de 1995 a 2001) exercendo o poder de chefia do executivo estadual. A sua ida ou não para a disputa do senado vem sendo enxergada com bons olhos por parte daqueles que gostam de ver circo político pegar fogo.
         É necessário que se analise a postura de Tasso para sua decisão de se candidatar para a corrida senatorial, cargo que o ex-governador teve a prerrogativa de exercer (2003-2010), tem um certo interesse no ar. Custo-me acreditar que seja o objetivo maior seja um desejo pessoal de Tasso se pleitear como senador, mesmo havendo uma derrota impactante nas eleições de 2010, perdendo para Eunício Oliveira do PMDB e de José Pimentel do PT na tentativa de se reeleger.
        Existe um fator que pode ser primordial. Coloquemos em questão que Tasso foi um dos fundadores do PSDB, partido que foi um desmembramento do PMDB, atualmente os ‘’ tucanos’’ perderam seu espaço no cenário político local, no que consiste a cargos majoritários estaduais, desde da não-reeleição de Tasso ao senado em 2010. O Tucano fazendo uma declaração numa apologia à independência, declarou que se for em prol do futuro do partido, ele disputará a corrida senatorial.
       Tasso, vitorioso no ramo empresarial, conseguindo ser eleito, poderia ressurgir o partido dos tucanos, podendo fazer frente aos partidos que mais cresceram nestes períodos eleitorais (PT e PSB), e a pressão que existe pela sua candidatura não fica inerente só na esfera estadual. Aécio Neves, pré-candidato à presidência pelo partido tucano, já exigiu que, além de PSDB ter candidato próprio para as eleições do senado, o figura de Tasso terá de ser trabalhada, que todas lideranças do partido atuem para candidatura do ex-governador, pela sua trajetória na vida pública cearense. Em prol do futuro do partido, fazendo força nas eleições presidenciais.
         A vida do PSDB está jogo e arma necessária para que que não haja uma subdivisão do partido, é a figura de Tasso nessas eleições. Será que ele não irá resistir à tentação? Será que ele vai suportar a pressão dos Tucanos? Será que deixar política de lado para cuidar das empresas e ver a Copa do Mundo de camarote?
         É ver para crer.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

O Tempo dirá? Eu não pagaria para ver.

           “Quem deseja ver o arco-íris precisa aprender a gosta da chuva”, essa frase dita pelo renomado autor Paulo Coelho nos faz pensar que é impossível chegar à luz sem querer andar pela escuridão. Fico com sensação de que se vai fazer chuva ou vai fazer sol é uma questão de crença.
               Perdoem-me os meteorologistas, mas não me vejo mais apegado a essas teorias técnicas. Prefiro aproveitar o que a natureza me proporciona. Pergunte para os Românticos, o que neles não dariam para ter a oportunidade de se declararem na chuva, fina que seja, em qualquer lugar, o amor que um sente pelo outro. Num dia ensolarado, o homem das ondas, que dançando na chuva, pede aos deuses do mar, que o sol esteja daquele jeito em que o surfista gosta.
               Uma coisa eu tenho que afirmar: não sou o único neste país tropical, a ter uma inveja boa dos países de clima frio. A neve é maquiagem do natal, bonecos de neve são feitos, brincadeiras com a neve são realizadas, sem falar nas travessuras, e a magia daqueles flocos de neve que caem do céu, encantando gerações.
         É do nossa conduta, prepararmos para que o tempo nos resguarda. Todavia, podemos presenciá-lo em várias situações da nossa vida corriqueira. Com o tempo exploramos a poesia, a música, o conto, a crônica, a notícia, a dúvida:
­­­-Vamos pra Canoa Quebrada?
-Vai fazer chuva, vai ter aquela Lua do meio-dia?
-É melhor tentar a sorte, o bom é litoral.
- Portanto, não iremos para o norte.
            E para quem faz fotografia? O que ele tem que se apegar? Não acho que seja ao programado, tudo certinho e com dia e hora para acabar. Mas ao imprevisível, aquilo que dá margem ao improviso, procurando capturar a melhor imagem possível, seja de um objeto em queda livre, ou de carro saindo de um estacionamento em dia chuvoso.
           Imprevisibilidade é uma das marcas poderosas do tempo e não me disponho a contrariar esse fenômeno, não duvido de sua capacidade de transformar o homem, a natureza, o mundo. Prefiro estar com ele, ele sendo um mensageiro da realidade, nos preparando para o futuro.



quarta-feira, 30 de abril de 2014

Vinte anos se passaram e a história continua a ser escrita pelo maior de todos os pilotos. Ayrton Senna da silva: O eterno herói das manhãs de domingo.

    Amanhã é dia dele, de homenagear o ‘’ Special one’’ do automobilismo mundial. Passaram-se vinte anos em que mundo perdeu um dos maiores pilotos da história, e o Brasil reverencia o herói nacional. Ayrton Senna da silva são vinte anos de saudades.  Sei que sou pouco suspeito para falar daquele que serviu de referência para muitas gerações. Em 1º de maio de 1994, eu tinha apenas 5 anos, 8 meses e 5 dias de vida. Não tinha nenhuma noção de conhecimento de mundo, contudo me permito a intrometer neste período a qual serviu-me inspiração e indagação: por que o Brasil chorou por Ayrton Senna?
     O sentimento de idolatria por parte dos Brasileiros ao tricampeão mundial (1988, 1990, 1991) começou no dia 21 de abril de 1985 em Portugal, no grande prêmio de Estoril em que conquistou a primeira das 41 vitórias na carreira. Justamente no dia em que o povo brasileiro perdera, pelo momentaneamente, dias melhores com a morte de Tancredo Neves (primeiro presidente civil após o período ditatorial de 1964 a 1985).  Por que esta perda fosse sentida, a esperança se reascendia com aquele paulista de 25 anos que queria dar ao brasil um novo motivo para sorrir.
     Foram nove anos na categoria, e nesse intervalo de tempo, o esporte pode presenciar umas das situações mais marcantes para o mundo do automobilismo foi a rivalidade com o piloto francês Alain Prost detentor de quatro títulos mundiais, e o mais interessante é que ambos, apesar de boa parte dessa rivalidade se dar no período em que defenderam a mesma equipe (Mclaren), não negavam a qualidade um do outro. Senna tinha um estímulo a mais para ser o maior de todos. Talvez este seja o motivo Do embate Prost-Senna ser o mais repercutido na história da Fórmula 1.
    Certa vez escutei um certo pensador que afirmou numa assembléia de acadêmicos: ‘’ Ayrton Senna não passa de um herói treinado ‘’, bem eu analisei na oportunidade essa afirmação como no mínimo polêmica, hoje é necessário que se diga que ela é sucintamente absurda. Qual é o critério para se treinar um homem que fazia questão de levantar a bandeira do brasil por mais simples que fosse? Esse caso de amor que Ayrton Senna tinha para com o Brasil era transferido cada brasileiro através daquele gesto e este, fazia questão de retribuir acordando cedo, nas manhãs de domingo ou se a corrida fosse de madrugada para acompanhar as voltas nas pistas da fórmula 1 espalhadas pelo mundo da velocidade.
       A grandeza do legado esportivo deixado por Ayrton Senna nesses vinte anos, transformou a vida de milhões de pessoas influenciando futuras gerações do esporte, desde esportistas que se tornaram campeões mundiais não só na até crianças dotadas de esperanças através do instituto que leva o nome do piloto tricampeão. As homenagens a este gênio do esporte são mais do que merecidas e as lembranças de quem se apegava em um irmão da pátria fara fazer o Brasil acelerar para vitória.

       Saudades Ayrton, quem me dera se o nosso país tivesse heróis iguais a você!!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Racismo no esporte. Os mobrais ganham mídia, para entrar no clima e nós superiores perguntamos: Vai uma banana aí?


           Estou um pouco receoso para falar de um assunto que, para os ignorantes deve ser motivo de festa. Primeiro, por que é de extrema complexidade; Segundo, para as pessoas de bem, Racismo é um fato que deveria ser suprimido da história e de infelizmente, de fato, não é.
           Conforme entende-se que racismo é um estudo do conjunto de preconceitos em prol da aversão certas ‘’ raças’’, etnias. Como se existisse uma raça superior, como se os humanos não fossem feitos da mesma essência.
            Diante do episódio que chamou a atenção dos amantes do esporte neste fim de semana, em que o Jogador do Barcelona, Daniel Alves foi vítima de ofensas racistas, por alguns torcedores do Villareal, no último do domingo dia 27. Rapidamente, trouxe efeitos na comunidade do futebol. Lamentavelmente, a vitória de virada por 3x2 do clube catalão na casa do adversário ficou em segundo plano. É o que aconteceu também quando o Cruzeiro foi ao Peru e para o Real Garcilaso por 2x1 pela Libertadores da américa na ocasião em que os torcedores da equipe local ofenderam o jogador Paulo César Tinga do Cruzeiro imitando a performance de um Macaco. São inúmeros as situações de ofensas discriminatórias no futebol e o que mais choca negativamente, é a questão é que este fato parece que foi deixado de lado através da Comembol e a impunidade permeou no futebol sul-americano, diferentemente o que ocorre na Europa, onde os casos de racismo são mais abrangentes. Campanhas contra a discriminação são intensificadas por parte da UEFA, pelas ligas europeias e a punição e a condenação pela prática de racismo não só no esporte, mas na vida social dos cidadãos europeus é seguida à risca.
             É digno de ser explanado que em menos de 24 horas, o torcedor do Villareal que jogou uma banana no campo de jogo para em seguida, Daniel Alves se mostrando inteligente, superior, comeu a fruta, foi banido do sócio torcedor do ‘’ Submarino amarelo’’ além de ser proibido de adentrar ao estádio El Madrigal casa do clube espanhol. Enquanto que as providencias quanto a ofensas sofridas por tinga ...bem estamos falando de Comembol né!!!
            São atitudes como essa que fazem toda diferença, não ter medo de punir na hora que tiver para fazer. Contudo quero registrar que há em paralelo, uma necessidade de reeducar a sociedade são dinâmicos passivos de sermos persuadidos ou não podemos afirmar que educação não questão de convencimento?
           Com isso, é de se afirmar que não é um caso relacionado só com o futebol, outros esportes já tiveram sua história manchada por essa tumor maligno da humanidade. Recentemente, no basquete tivemos um episódio que envolveu o time Los Angeles Clippers, equipe que faz parte da principal liga de basquetebol do mundo, A NBA. Donald Sterling, proprietário da referida equipe, conversando com sua namorada, afirmou que não queria que sua namorada levasse jogadores negros aos do seu time. Tal comentário ignorante teve repercussão negativa por parte dos esportistas, chegando aos ouvidos do presidente Barack Obama. Já viu né o que é repercussão.
            Será que esses mobrais ignorantes não sabem que tipo de comentário é algo nocivo para sociedade? Principalmente pessoas que, quer queiram ou não, deve ter a consciência de que essas frases racistas trazem efeitos negativos? É por isso que existem gestos que nos fazem pensar que todos nós somos idiotas por atitudes de certos irmãos de espécie.

            Porém digamos que estamos radiantes, afinal fomos reconhecidos, ‘’ somos macacos’’ !!! É festa pra quem defende a teoria do ‘’ homo sapiens’’.

sábado, 26 de abril de 2014

No país da Copa, Jogo político são para todos, mas só para quem sabe jogar e souber lidar com ele.

Estou me atrevendo a discorrer sobre política, houve em tempos de outrora um ser pensante teve a audácia de afirmar que o todo homem é um “animal político”. Será que ele pensou nessa afirmativa no intuito de conscientizar os ouvintes do seu discurso para que mudem a realidade até então existente ou fez para jogar falácias para multidão antevendo que a cidade pudesse pegar fogo? Não se sabe ao certo o seu objetivo, mas o fato é que ele foi sábio, altruísta e, por que não dizer, visionário.
          Quero dizer que o objetivo proposto pelo pensador pode se adequar muito bem aos tempos atuais, lógico com outras características em decorrência do contexto histórico, das transformações socioculturais ocorridas na humanidade.
           Estamos falando de jogo político, pode ser que haja regras, pode ser que haja um vencedor, Mas em se tratando na pátria amada Brasil haverá um perdedor. Pelo menos no cenário atual.
           Exemplificando, falando da nossa pátria-mãe...
           Em ano eleitoral podemos perceber a movimentação dos bastidores:
1º Quem vai se aliar a quem?
2º troca-troca de secretariados, ministérios  
3º “Vamos puxar o tapete do Zé para eleger o Cazuza’’
4º ‘’ a eleição do Mc Zebedeu nos dará umas cinco cadeiras no congresso’’
5º tem espaço para as promessas de campanha?
           Mas não são só nestas elencadas, há outras mais criativas, inusitadas.
            Para os críticos debater sobre estratégias de campanha é algo viciante, analisar as pesquisas de intenção de voto é prazeroso e explanar sobre o futuro da sua cidade, do seu estado, do seu país é, no mínimo preocupante. 
            Contudo, o interessante e por incrível que pareça é que essa disputa em busca do poder tem efeitos substanciais da nossa vida em sociedade. Participamos desta através da persuasão e, em seguida, do sufrágio. O ideal é que neste embate todos saiam vencedores, só que estamos preocupados demais, nosso coração está batendo mais forte e essa euforia toda que invade a alma de cada brasileiro é devido Copa do mundo, na busca do hexa, e por deus, vai ser aqui no brasil!! Não posso perder, nem pensar em morrer, quero ver a canarinho vencer.

           É ano de copa, e a situação está do jeito que político gosta!!!