De onde vem a
inspiração dos homens? Vem da beleza e algo que permeia a bondade? A cobiça,
vivendo sem limites, desafiando a liberdade? A riqueza e o mundo das ambições?
O amor, sendo este o mais nobre dos sentimentos? A felicidade com seu
fantástico universo utópico? O ser humano: primata, contemporâneo, estático,
dinâmico – indecifrável.
O que faz influenciar o homem
para que este possa fazer o impossível? Será que todos nós precisamos ter
ambição? É... Pensando bem, o homem deveria ouvir mais as nossas crianças.
Hoje, se vive mais em função dessas perguntas sem o interesse das tão esperadas
respostas.
Pode-se falar, em outras
características da ambição e da inspiração, e é isso que faz a verdadeira
imprevisibilidade do homem, Falta a este um quê dos dois termos – Uma junção.
Entretanto, o “eterno primata” sabe da importância de ambas, e analisa a
inspiração como o alimento da ambição, unindo-as duplicando, multiplicando, se
fortificando.
Grandes homens já diziam há
tempos, que a inspiração vem do amor. Hoje, quem segue essa doutrina, exemplifica
esta: em gestos de fraternidade, num sorriso de uma criança, num sacrifício de
um apaixonado por aquilo que ele ama, na força de uma mãe pela preservação do
seu bem maior, o patriota bradando o hino de seu país que, com sua voz
enternecida, cantando pro mundo aplaudir.
É mister frisar que a
inspiração e ambição, para orgulho dos senhores da guerra, podem advir de
episódios enlaçados com a tristeza, em detrimento dos sonhadores. São lágrimas,
dores, mágoas que também transformam o ser humano.
Vejamos até onde o homem vai;
inspirando ou sendo inspirado por algo ou alguém, por um gesto, soletrando
palavras de um futuro bom, caminhando na linha do horizonte sem ter medo do que
vai encontrar além dele. Pode até discordar e achar que não há intenção, mas
você homem, de modo egocêntrico, tem ambição.
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