Antes de começar este artigo,
começo pedindo vênia a todos vocês amigos fiéis, fui relaxado por não seguir a
habitualidade de postar qualquer assunto passível de analise por parte da
critica. Ser periódico é quesito fundamental para quem quer ser um formador de
opinião.
Estamos ansiosos por um evento que está
por vir. Restando 17 dias para início da copa do mundo em nosso país, confesso
que, neste momento, há algo que me deixa curioso e, ao mesmo tempo revoltado. Você,
que apesar dos pesares ainda se orgulha de ser Brasileiro, acompanhou nessa última
semana que se passou o que podemos falar de ensaio, do que pode ser um pandemônio
durante a copa.
Greves e mais greves. É hora de
protestar, mesmo se for parar requerer a diminuição dos juros da multa do condomínio
se tiver em inadimplência. Os profissionais do transporte coletivo em são Paulo
estavam em êxtase, Aproveitando a chegada do Hexa, e quem paga pela passagem
dos maus tratos pela qualidade do serviço? Advinha?
Antes desse dessa paralisação do
transporte público na principal cidade econômica do país, iniciou-se um
movimento que unia policiais civis e militares, no intuito de pleitear melhores
condições de trabalho. Já pensou se esses homens da segurança que representam
treze dos vinte e seis estados da federação aderirem a grave e tomem a atitude de
cruzar os braços e colocarem o cassetete em cima do guarda roupa? Advinha de
novo, quem vai levar um tiro da insegurança?
E um detalhe mais incisivo: Os
vagabundos estão nas ruas. Agora inventaram os ‘’black blocks’’. Quem analisa de principio, faz menção a um grupo de
adolescentes reunidos para além de cantar ser o sonho de consumo de muitas
garotas. Entretanto, na sexta-feira passada quem aproveitou o ensejo de
assistir a bandidagem que este grupo fez em algumas ruas e avenidas da nossa
capital, de imediato recorre ao termo criminosos
para fazer menção a eles.
Entram numa manifestação que não é do direito
deles, se infiltram num movimento dos trabalhadores da construção civil, que
estava acontecendo de forma pacífica, sem nenhum incidente, até a chegada dos
bardeneiros. ‘’ nosso intuito não era de
fazer vadiagem, não queremos destruir patrimônio de ninguém, só requeremos o
direito do passe livre no transporte coletivo’’ afirmou um dos membros que
fora detido juntos com vários estudantes que eram a maioria no momento da detenção na tarde do último
dia 23 de maio.
Não tem caráter de manifestante que ao
invés de requerer seu direito de cidadão destrói o patrimônio alheio; carros
particulares foram destruídos, sobrando até para a imprensa do nosso estado,
que o veículo de uma emissora de comunicação da nossa capital teve sua estética
deteriorada. Não há registro de patrimônio público ou privado destruído no movimento
das diretas já ou na derrocada do presidente Collor. Não posso me igualar em
condições de cidadania quem não mostra a cara, quem não bate no peito e faz questão
de lutar pelos direitos da sociedade em prol da nossa pátria amada
desimportante. Como diria os poetas Cazuza e Gonzaguinha o povo brasileiro
acredita na rapaziada e em nenhum instante eles não vão lhe trair.
Bem formulado o texto e a tese. Parabéns garoto, vai em frente!!
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