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| foto:agambiarra.com |
Merece o registro. Um dos maiores
da música Brasileira completa 75 anos. Caetano Veloso, o superbacana gostando
sempre de ver leãozinho, caminhando contra o vento, por que não?
Não sou um profundo conhecedor
das músicas de Caetano, mas seria um desatino de minha parte se não tivesse uma
prévia noção de sua importância no mercado cultural Brasileiro. Um dos fundadores
da tropicália, movimento de criação, contestação, deu asas à imaginação a uma
juventude reprimida durante a ditadura.
Me atrevo a afirmar que Caetano
Veloso é completo. Não há que goste ou pelo menos, admire sua história musical.
E parto dessa afirmação em decorrência de um episódio da qual visualizei na
internet em que Veloso, faz uma parceria com Chico Buarque no programa
comandado por eles na década de 80 na TV Globo. Uma parceria rica, com
requintes de irmandade.
Na oportunidade, os dois fizeram
trocaram experiências com o sambista Paulinho da Viola, Herbert Viana,
vocalista dos Paralamas do Sucesso e o Jorge Ben. Um espetáculo. Mistura de
ritmos e gerações. Ao som da música A banda do Zé pretinho fizeram a plateia dançar
saudando a música Brasileira.
Outro fato respeitoso de Caetano Veloso,
foi em um show em que ele não consegue esconder a tristeza pela morte de Tom
Jobim. O dia era 8 de dezembro de 1994, e o Jornal Nacional registrava o momento
que chora copiosamente depois de uma música que ele tocara em homenagem ao
homem da Garota de Ipanema.
Respeito pela diversidade musical
Brasileira é uma das características marcantes da carreira de Caetano e ainda
mais, por ele parte dela.
Caetano Veloso demonstra que o Brasil
tem música, A Bahia tem cultura e nós somos admiradores de sua história.

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