segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Caetano veloso, de leão.

foto:agambiarra.com

Merece o registro. Um dos maiores da música Brasileira completa 75 anos. Caetano Veloso, o superbacana gostando sempre de ver leãozinho, caminhando contra o vento, por que não?
Não sou um profundo conhecedor das músicas de Caetano, mas seria um desatino de minha parte se não tivesse uma prévia noção de sua importância no mercado cultural Brasileiro. Um dos fundadores da tropicália, movimento de criação, contestação, deu asas à imaginação a uma juventude reprimida durante a ditadura.

Me atrevo a afirmar que Caetano Veloso é completo. Não há que goste ou pelo menos, admire sua história musical. E parto dessa afirmação em decorrência de um episódio da qual visualizei na internet em que Veloso, faz uma parceria com Chico Buarque no programa comandado por eles na década de 80 na TV Globo. Uma parceria rica, com requintes de irmandade.

Na oportunidade, os dois fizeram trocaram experiências com o sambista Paulinho da Viola, Herbert Viana, vocalista dos Paralamas do Sucesso e o Jorge Ben. Um espetáculo. Mistura de ritmos e gerações. Ao som da música A banda do Zé pretinho fizeram a plateia dançar saudando a música Brasileira.

Outro fato respeitoso de Caetano Veloso, foi em um show em que ele não consegue esconder a tristeza pela morte de Tom Jobim. O dia era 8 de dezembro de 1994, e o Jornal Nacional registrava o momento que chora copiosamente depois de uma música que ele tocara em homenagem ao homem da Garota de Ipanema.

Respeito pela diversidade musical Brasileira é uma das características marcantes da carreira de Caetano e ainda mais, por ele parte dela.


Caetano Veloso demonstra que o Brasil tem música, A Bahia tem cultura e nós somos admiradores de sua história.

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