Mais duas regiões metropolitanas
para o nosso estado. Há uma proposta na Assembléia de se fazer no Sertão
Central e no Centro-sul em que as ditas “metrópoles” seriam Quixadá e Iguatu,
respectivamente.
A justificativa pode até ser pertinente.
Segundo publicação feita no portal Diário do Nordeste os deputados Tomaz Holanda do PPS e Miriam Sobreira do PDT, os quais
são autores do projeto, afirmam que com a concretização da proposta traria mais
desenvolvimento para as ditas regiões, além de se obter mais organização
administrativa em prol da captação de recursos.
Se formos partir do que é de fato
o estabelecimento de região metropolitana em diversas cidades do mundo, podemos
nos apegar a esse objetivo acima afirmado.
Entretanto, o não pode ocorrer é a conquista
de muitos em detrimento de poucos. Exemplificando: em grandes megalópoles como São
Paulo, Nova York e Cidade do México percebe a busca por oportunidades de subsistência
que não se encontra em cidades de cunho menor.
Ou seja, é salutar que se procure
sistematizar um conglomerado de cidades no intuito de buscar investimentos em
prol do desenvolvimento de determinada região, mas seria injusto não atender
questões de relevância econômico-social em cidades que não forem anexadas a essas regiões
metropolitanas.
Até porque for por uma questão de
desenvolvimento, poderia se considerar a hipótese de outros municípios que não
foram comtemplados em regiões metropolitanas se unirem em prol de “pedacinho”
que for, sem se importar se tem população pra isso.
A organização e consequentemente,
o desenvolvimento tem que ser para todos. Para repartir o “bolo” em igualdades
de direitos e deveres.
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