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| foto:pragmatismopolitico.com.br |
“Quase todos os homens são
capazes de suportar adversidades, mas se quiser pôr à prova o caráter de um
homem, dê-lhe poder”. Esta afirmação adveio de Abraham Lincoln, um dos ex-presidentes
mais emblemáticos e maiores defensores da concretização da democracia dos
Estados Unidos. E se formos colocar esse dito no atual cenário da política
oportunista Brasileira, ele vem bem a calhar.
Ontem na capital de todos os
Brasileiros, foi dado um passo substancial na aprovação de questões da reforma
política. Mais precisamente, o projeto de se colocar no ordenamento eleitoral
do Brasil, o grandioso nome Distritão.
Para ser rápido com o Distritão e já para
entrando este como critério de sufrágio para os eleitores em 2018, vale na perspectiva
de se eleger o deputado em que tiver o maior número de votos, escusando da
questão proporcional ou do coeficiente.
Claro que houve quem concordasse
e quem criticasse. Quem apoia é a base governista a qual acredita que com essa
medida se dará mais justiça a corrida eleitoral no objetivo de se dá mais credibilidade
a fidelidade partidária, quem discorda é a oposição a qual denomina uma grave
afronta ao jogo democrático em decorrência de beneficiar os candidatos que já
se elegeram além de evitar a renovação parlamentar.
Não interessa à ordem dos
fatores. Se for reforma de base oriunda do governo, deputados da situação tatuam
simbolicamente o nome do presidente esperando o jantar à noite e para a
oposição se for proposta de lei do Governo, eles bradam: Fora Temer!
E o povo? Paga o preço!
Bom, a frase acima do
Ex-presidente Lincoln realça a propositura do intuito desse jogo político tão
escroto que de democrático não tem nada. O que há de real é a conquista do
poder, não é governar para os Brasileiros. Se assim fosse, não seria mais
efetivo se propor uma participação popular para se ter eleições mais justas e
condizentes com o nosso sistema político?
A saída para os conchaveiros é o
Distritão. É impressionante de como nós, gostamos desse sufixo de aumentativo
em qualquer situação, num é não?!

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